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Profissionais da Educação paralisam atividades

O calendário de retorno presencial das aulas na rede municipal de Fortaleza não vai acompanhar o previsto pela Secretaria de Educação. Isso porque os profissionais da categoria organizaram uma paralisação que teve início nesta segunda-feira (31/01) e que deve seguir até o dia 3 de fevereiro. Entre as principais pautas reivindicadas estão o lançamento de edital para concurso público e o reajuste de 33,23% no piso salarial.

Além das duas causas mencionadas, os profissionais também exigem a abertura de negociação para restituição do abono de 14% para os aposentados, rateio do precatório do antigo Fundeb e negociação para a retomada segura das aulas presenciais. A decisão pelo movimento foi tomada através de assembleia virtual, que contou com 2500 profissionais, organizada pelo  Sindicato União dos Trabalhadores em Educação de Fortaleza (Sindiute).

De acordo com Ana Cristina, presidente do sindicato, chegou a ser cogitada uma greve geral. No entanto, a categoria recuou após o prefeito de Fortaleza, Sarto Nogueira, comunicar que irá cumprir a determinação da lei federal que institui o aumento salarial de 33,23% ao piso dos professores da capital cearense. 

A categoria agora pressiona para que haja celeridade no envio da mensagem para votação na Câmara de Vereadores de Fortaleza. Na tarde desta segunda-feira, de forma virtual, está prevista uma reunião com os pais dos alunos da rede de ensino municipal. A programação faz parte da agenda de atividades de paralisação. 

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