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Projeto São José recebe supervisão do Banco Mundial em comunidades locais

Entre os dias 11 e 13 de setembro, a Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA) recebeu representantes do Banco Mundial para uma missão de supervisão focada nas áreas de Aquisição e Gestão Social do Projeto São José. Iniciando os trabalhos, equipes do Banco Mundial e da Unidade de Gerenciamento do Projeto (UGP) realizaram visitas à comunidade de Pitombeira, em Cascavel. O intuito foi acompanhar Sistemas de Abastecimento de Água (SAA) e módulos sanitários voltados para Pessoas com Deficiências (PCDs).

No segundo dia, a missão seguiu para a comunidade indígena Serra das Matas do Rajado de São Manuel, localizada em Tamboril. O objetivo da visita foi dialogar sobre o Inventário da Cultura Alimentar, uma atividade desenvolvida em parceria com a Associação Slow Food do Brasil. O Centro de Estudos do Trabalho e de Assessoria ao Trabalhador (Cetra) está conduzindo a criação dos Planos de Negócios dessa iniciativa.

Ainda na quinta-feira (12/09), o grupo visitou dois jovens que foram selecionados no edital PSJ Jovem, com foco em atividades produtivas nas áreas de apicultura e ovinocaprinocultura. As visitas ocorreram no Assentamento Xique Xique, no município de Monsenhor Tabosa.

Karina Holanda, gerente de Fortalecimento e Gerenciamento do Projeto São José, comentou sobre a experiência na comunidade indígena. “Dialogamos sobre o processo de acesso da comunidade ao Projeto São José, desde a manifestação de interesse, à elaboração dos planos de negócio, diagnóstico, identificação as famílias e as atividades produtivas da comunidade. Outro ponto dialogado foi a atuação do movimento da Associação Slow Food Brasil com o inventário da cultura alimentar dos povos indígenas e com ações de educomunicação”, disse.

Projeto São José recebe supervisão do Banco Mundial em comunidades locais
Foto: Elane Lima / PSJ

No dia seguinte, ocorreram reuniões na UGP para avaliar as visitas de campo e as ações sociais ligadas às duas principais componentes do projeto. Simultaneamente, houve encontros relacionados aos procedimentos de aquisição com as empresas de Assessoria Técnica e Extensão Rural (ATER) e com o Instituto Agropolos do Ceará.

Frederico Rabelo, especialista de Aquisições do Banco Mundial, ressaltou a importância de os profissionais da área de aquisições acompanharem os resultados dos projetos no campo. “Quando a gente vem a campo e vê o resultado que as licitações, as compras e as consultorias dão, isso ajuda na melhoria dos processos. Seja na flexibilidade que as regras permitem, na busca por melhores soluções e contratações. O profissional não deve apenas se preocupar em seguir as determinações técnicas ao pé da letra ou em obter o menor preço. Ver como o trabalho se desenrola na ponta faz toda a diferença na compreensão sistêmica de um projeto”, comentou.

A missão de supervisão do Banco Mundial ao Projeto São José continua entre 30 de setembro e 4 de outubro. O objetivo é avaliar outros aspectos do projeto.

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