Os fabricantes da vacina russa, Sputnik V, criticaram a decisão do governo brasileiro, e consideraram que a proibição de importar imunizantes do país partiu de motivações políticas. Pelas redes sociais, os russos afirmara que “os atrasos da Anvisa na aprovação da Sputnik V são, infelizmente, de natureza política e não têm nada a ver com acesso à informação ou ciência”.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) negou na segunda-feira um pedido de vários estados brasileiros para importar a vacina russa Sputnik V por considerar que faltam dados técnicos para verificar sua segurança e eficácia.
O governador do Ceará, Camilo Santana, afirmou que respeita a decisão e que não vai desistir de trazer o imunizante para o Estado. O chefe do Executivo cearense afirmou, ainda, que recebeu a informação com “decepção e estranheza”. Caso a importação do imunizante tivesse sito autorizada, o Ceará receberia 5,87 milhões de doses da Suputinik V.


