
Em 2020, os cearenses puderam, pela primeira vez, votar em candidaturas coletivas. Dois anos depois, o número desse modelo de postulação triplicou no estado, com 13 representações buscando ocupar uma vaga nos cargos eletivos.
O parlamento cearense é o mais disputado pelos postulantes, com 10 representações do tipo. Já três das parcerias buscam representar o estado na Câmara dos Deputados.
Caso sejam eleitos, os mandatos coletivos funcionarão da seguinte forma: várias pessoas tomam a decisão em colegiado, sem hierarquia. Apenas a figura “cabeça” da chapa terá os direitos de um parlamentar, que inclui os discursos na Câmara e a participação de colégios de líderes.
Confira a lista completa:
- Tempo de Aquilombar (Psol/Rede)
- Voz Popular (Psol/Rede)
- Vozes Feministas (Psol/Rede)
- Bora de Ruma (Psol/Rede)
- Somos do Interior (Psol/Rede)
- É o Gera (Agir)
- Voz do Social (Agir)
- Nossa Voz (Agir)
- Coletivo Livre (Agir)
- Coletivo Voz do Pirambu (Agir)
- Saúde Resiste (PSDB/Cidadania)
- Somos Todas Preta Simoa (UP)
- Ceará Para Todas (UB)
Não foi só no Ceará que o gênero cresceu. Foram 213 ao todo, segundo estatísticas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O coletivo Vozes Feministas (Psol/Rede) é uma das organizações cearenses que disputam uma vaga no parlamento. “Nós mulheres sabemos que não a gente não pode andar só. E a gente encontra outras mulheres da mesma organização partidária, que é o Psol, de diferentes regiões, diferentes pautas, mas que têm o mesmo sonho”, afirma Anna Karina, uma das cinco integrantes do grupo.
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