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TJ promove curso para resolução de casos de violência doméstica

A proposta é fazer com que os profissionais fortaleçam a bagagem teórica para a resolução de casos de violência doméstica - Foto: Reprodução/TJCE
A proposta é fazer com que os profissionais fortaleçam a bagagem teórica para a resolução de casos de violência doméstica – Foto: Reprodução/TJCE

Com inscrições abertas até o dia 15 de maio, o curso “Justiça Restaurativa em Casos de Violência Doméstica” será ministrado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Ceará entre os dias 27 e 29 do mesmo mês. A capacitação, promovida pela Secretaria de Gestão de Pessoas, tem como objetivo qualificar profissionais que atuam diretamente na condução de círculos restaurativos e em práticas voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher.

A formação será ofertada em formato híbrido, com aulas on-line e atividades presenciais. Com programação realizada na Escola Superior da Magistratura Ceará, a iniciativa terá 25 vagas para facilitadores que atuam no judiciário cearense e também para participantes do público externo interessados na temática.

Com carga horária de 16 horas-aula, o curso busca aprofundar fundamentos teóricos e estratégias práticas para aprimorar a atuação profissional na condução dos chamados “Círculos de Justiça Restaurativa”. Nessa metodologia, conflitos são tratados por meio da escuta qualificada, da responsabilização consciente e da construção coletiva de soluções.

Nesta edição, o curso terá foco nas situações de violência doméstica e familiar contra a mulher, um dos desafios mais complexos enfrentados pela rede de proteção. A proposta é oferecer ferramentas para que os profissionais possam atuar com sensibilidade, técnica e segurança em contextos marcados por sofrimento, medo e ruptura de vínculos.

A formação será ministrada por Elizângela Gomes Pereira, mestre em Planejamento e Políticas Públicas pela Universidade Estadual do Ceará. A iniciativa está alinhada com a Política Nacional de Justiça Restaurativa no âmbito do Poder Judiciário. A iniciativa orienta os tribunais brasileiros a manterem programas de reflexão e responsabilização de autores de violência doméstica e familiar contra a mulher.

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