A urna eletrônica é peça fundamental do processo eleitoral brasileiro e da concretização da legitimidade para a realização das eleições de 2022.
As auditorias serão realizadas em todos os estados brasileiros, com o objetivo de mostrar que as urnas são, sim, auditáveis e que o processo eletrônico de votação é seguro.
Assim como no Brasil, o Ceará possui a fiscalização em de auditorias concluídas em três etapas. A primeira ocorre antes da eleição, cerca de um ano antes, onde ocorre a abertura do código fonte, onde são abertos códigos de sistema, desde operacionais à bibliotecas de programas.

A segunda etapa da auditoria acontece no dia das eleições. Neste caso é o teste de integridade por meio de uma votação pública e uma urna eletrônica que estava pronta para uso na eleição. Na véspera da votação, em cerimônia pública, escolhem-se ou sorteiam-se seções eleitorais em todos os Estados e no Distrito Federal.
A terceira e última etapa acontece depois da eleição, onde todos os arquivos das urnas são divulgados. Com eles é possível auditar os resultados e o funcionamento das urnas em todo país.
Para a secretária de Tecnologia da Informação do TRE-CE, Lorena Belo, a auditoria das urnas garante o processo de voto e toda seguridade eleitoral. “A urna eletrônica é submetida a testes antes de cada pleito, inclusive públicos em que qualquer pessoa pode se inscrever e tentar invadir – desde que apresente um plano de ataque capaz de modificar ou quebrar o sigilo do voto”, destaca.


