
Definir como será o ônibus brasileiro em 2030 passa por uma discussão mais ampla: que transporte coletivo o país quer oferecer nos próximos anos?
Essa é uma das questões que estarão no centro do debate do Seminário Nacional NTU, realizado nesta quarta-feira (12), em São Paulo, durante a LAT.BUS 2026, o maior evento de transporte coletivo por ônibus das Américas.
Representando o Ceará, o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus), Dimas Barreira, participa do painel “O ônibus que o Brasil quer em 2030: confortável, limpo e tecnológico — e o financiamento que tornará isso realidade”.
A discussão reúne representantes de empresas de transporte e do setor de fabricação de ônibus para tratar da renovação das frotas e dos recursos necessários para viabilizar esses investimentos.
Para Dimas, a modernização dos veículos precisa caminhar junto com a recuperação de aspectos básicos do serviço. “O básico é o essencial, o resto é bônus”, resume ele ao citar itens como ar-condicionado, Wi-Fi, câmbio automático, veículos de baixa emissão e outras tecnologias nos carros.
Além de Dimas, participam do painel Niege Rossiter Chaves, vice-presidente do Grupo MobiBrasil, e Cristina Albuquerque, fundadora e CEO da VECTA Mobilidade.
A mediação será de Ruben Bisi, presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Ônibus (FABUS).
A programação também aborda os caminhos para ampliar o uso de veículos de baixa emissão, a eletrificação e os mecanismos de financiamento de longo prazo para a renovação das frotas.


